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22 de dez de 2010

O PASTOR E O SADIO ENSINO I Tm 1.1-7

         Com intensidade nós ouvimos ou percebemos “chavões” ou “gírias”que têm atacado as igrejas evangélicas no Brasil. Citações como: “Eu te abençôo”, “Eu profetizo”, “Toma posse da bênção”, "Eu determino", "Eu declaro", “traga isto ou aquilo”entre outras, viraram formas arrogantes de os crentes exercitarem sua fé ou de se dirigirem a Deus, exigindo bênçãos imediatas. Preocupados com essa nova linguagem e com essa nova postura, faremos uma rápida análise do contexto evangélico atual, para que possamos entender o porquê dessas invencionices, praticadas durante as chamadas "ministrações", realizadas nos cultos. São os falsos mestres distorcendo a verdadeira mensagem de Cristo.
         O conceito bíblico de ensino e aprendizagem não é primeiramente transmitir conhecimentos ou preparar-se academicamente. É produzir santidade e uma vida piedosa que se conforme com os caminhos de Deus, veja em II Tm 1.13.
         O mestre na Palavra de Deus deve ser uma pessoa cuja vida seja uma demonstração de perseverança na verdade, na fé e na santidade, conforme I Tm 3.1-13.
1. O Pastor e os mestres corruptos
         Paulo cumprimenta Timóteo como pastor e “verdadeiro filho na fé”. Em tal capacidade, ele encoraja o jovem assumir a responsabilidade diante de mestres corruptos. O pastor precisa primeiro ser ele mesmo antes de adquirir tal responsabilidade. Timóteo foi aconselhado a continuar em Éfeso, veja em Atos 20.1-3 para que pudesse instruir os líderes a não ensinarem “outra doutrina”, “outra” no sentido de diferente e discordante da sã verdade cristã e não se ocuparem com “fábulas”, ficções religiosas, como os mitos que assolavam o paganismo, e “genealogias intermináveis”, nas quais o judaísmo se orgulhava. Por quê? Esses exercícios inúteis só  suscitam questionamentos infrutíferos, e na a aceitação do serviço de Deus, e, o desenrolar de seu plano e desígnio segundo o revelado no evangelho. Seu serviço é conhecido pela fé.
2. O Pastor e os legalistas
         Contrastando com os corruptos mestres do vazio legalismo, a meta do mandamento de Cristo segundo em João 13.34; 15.12; Gálatas 6.2 é o amor, originário de um coração puro, limpo..., de uma boa consciência e da fé sincera. Aqueles que a perderam de vista pelo legalismo acabaram se enredando “discussões sem propósito algum”, a discussão de palavras sem sentido. Desejosos de serem escribas caracterizam-se pela ignorância de verdadeiro conhecimento do evangelho e da verdadeira experiência.